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Existe uma série de fatores e de motivos que podem causar problemas para engravidar. Eles podem ter origem desde a alimentação até doenças, como a endometriose, por exemplo. Porém, além de todos esses motivos já conhecidos, existe um que, até então, julgávamos ser completamente inofensivo: o uso do protetor solar.

Pois é, aquele mesmo protetor solar que tanto já lhe falaram que não se deve sair de casa sem pode ser um problema quando o assunto é fertilidade. Mas, num país de clima tropical como o Brasil, fica difícil ir à rua desprotegida, não é mesmo?

Então, qual a solução para o impasse? É o que você vai conhecer a partir de agora! Acompanhe!

A relação entre o protetor solar e problemas para engravidar

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos descobriu que agentes químicos usados nos protetores solares, com o objetivo de filtrar os raios UV, podem desenvolver ou intensificar a infertilidade masculina.

A pesquisa utilizou a urina de casais para servir como material de análise e os resultados são conclusivos: aqueles que possuíam maiores níveis de BP-2 e 4Oh-BP levaram mais tempo para engravidar. Essas duas substâncias químicas são comumente encontradas nas mais diversas marcas e tipos de protetor solar.

Um outro estudo, desta vez realizado na Dinamarca, também encontrou uma relação direta entre os agentes químicos do protetor solar e a infertilidade masculina. Ao colocar essas substâncias em contato com um ambiente que simulava aquele encontrado nas tubas uterinas, os espermatozoides ali presentes começaram a mostrar uma modificação na sua mobilidade.

Filtro solar químico x filtro solar mineral

O filtro solar químico é aquele comum que usamos no nosso dia a dia ou para curtir o sol na beira do mar ou da piscina. Já o protetor mineral, também conhecido como protetor físico, ainda é pouco popular e até mesmo desconhecido da maioria das pessoas.

Conheça um pouco mais sobre esses dois tipos de protetor solar e saiba qual o melhor para a sua saúde!

Filtro solar químico

Como já foi dito, é o mais conhecido entre os protetores solares. Contudo, os ingredientes químicos encontrados nele penetram na epiderme. Neste caso, os raios solares chegam a entrar na pele, porém, os tais agentes químicos impedem os danos, como queimaduras, por exemplo. Além disso, esse protetor não fica visível na pele quando passado corretamente.

Filtro solar físico ou mineral

Já na composição é possível ver a diferença entre eles: o filtro solar mineral possui dióxido de titânio, que pode ser combinado ou não com o óxido de zinco. Neste caso temos produtos naturais ajudando a pele a se proteger dos raios UVA e UVB.

A grande diferença é que o filtro solar mineral não penetra na pele, refletindo os raios solares. Assim, ele se torna, na verdade, um verdadeiro bloqueador solar. Esse protetor costuma deixar a pele esbranquiçada por ser mais difícil de espalhar.

Qual é o melhor?

Bom, neste caso, é melhor dar preferência ao protetor mineral já que não ocorre penetração de nenhuma substância química no organismo e, assim, não poderá prejudicar a fertilidade, seja do homem ou a mulher.

Caso você não se sinta confortável usando um desses no seu dia a dia, pois deixa a pele esbranquiçada, ainda existe uma segunda opção: usar de fato o protetor na versão química e sempre que chegar em casa tomar um banho de forma que todo o produto seja removido do corpo.

E você, sabia que o protetor solar pode ser causa de problemas para engravidar? Use os comentários e deixe a sua opinião sobre o assunto!